Enredo da BlitzKrieg 1° edição. Mossoró-RN

          As Guerras antigas garantiram A Grande Republica a conquista de territórios de diversas nações ao redor (Veja o enredo do grupo), incluindo territórios férteis da Federação das Planícies que, após a formação da federação (veja o enredo do grupo), passou a exigir a devolução dos seus antigos territórios, sob o pretexto de que aquela região era controlada por senhores das planícies que foram aniquilados nas guerras, o que transferiria para a federação o direito sobre aquelas terras. Com o advento da tecnologia, as commodities comercializadas pela federação das planícies apresentava pouco valor quando comparadas a forte industrialização da Grande Nação, essa diferença refletia-se no tamanho do poderio militar, o que inviabilizava a reconquista das terras por parte da federação, dessa forma, as tratativas se maninham no setor diplomático.

          A recente descoberta de petróleo nas terras da Federação das Planícies adicionou equilíbrio financeiro e bélico na região, o que aumentou a tensão nas fronteiras e as discussões diplomáticos outrora civilizadas, começam a ceder lugar a provocações que colocam em cheque a estabilidade regional. 

Enredo da BlitzKrieg 2° edição. Mossoró-RN

          Após a Feroz guerra que ficou conhecida como BlitzKrieg, as nações estavam destruídas, ninguém poderia ser declarado vencedor daquela guerra e suas economias estavam em frangalhos, os mercantis, que lucraram com a guerra e tentaram, sem sucesso, anexar territórios da grande nação e da federação das planícies, ofereceram o financiamento necessário a reconstrução das 2 nações, em troca de território e reconhecimento como uma nação soberana, com muitas ressalvas (veja o enredo do mercantis) nascia aquele que é apontado pelos historiadores como o verdadeiro vencedor da BlitzKrieg, a nação ''MERCANTIS''.

           Mais de 50 anos se passaram, uma paz instável perdurava, a grande republica e a federação das planícies sentiam-se ainda prejudicadas pela partilha dos territórios que ocasionaram a BlitzKrieg, mas a lembrança das desgraças da guerra, impediam uma nova de começar, lembranças que, passados 50 anos, começavam a desaparecer, cedendo lugar ao comercio e ao entendimento mutuo, o MERCANTIS por outro lado, trazia certa instabilidade a região, constantemente acusado de desrespeitar os direitos humanos em seus testes de armas químicas e biológicas, o que era encarado com grande desconfiança pelos estados vizinhos.

           Enquanto intrigas dominavam a região, ideologias surgidas no oeste avançavam implacáveis em direção ao leste, o Exercito vermelho começava seu plano de expansão dominando tudo sem piedade. (A guerra do oeste será contada na BLITZKRIEG 3° edição)

Enredo da BlitzKrieg 3° edição - Recife-PE.

                 Antes do grande ataque ao Leste, o Exercito vermelho já avançava impiedoso sobre o Oeste, buscando conquistar os territórios pertencentes as nações Yom Kippur e Al Kubra, o que garantiria os recursos necessários a manutenção da maquina de guerra vermelha, indispensáveis para o ataque ao leste, onde se localizam as nações Mercantis e A Grande Republica, cujo poderio colocaria em cheque as ambições expansionistas da Patria Grande. Percebendo o grande risco representado pelo expansionismo da Pátria Grande, a Federação das Planícies tenta alertar as demais nações, preparando-se para o pior cenário.

                            OBS: Os eventos que acontecerão na terceira edição, localizam-se, cronologicamente, antes dos acontecimentos da segunda edição, mostrando a guerra que ocorreu no oeste do continente, guerra essa que avançaria sobre as nações do leste causando os eventos ocorridos durante a Blitzkrieg 2° edição.

A Grande Republica

          A quase 1 século, 6 reinos guerreavam entre si, enfraquecidos pelos conflitos, inimigos externos começaram a conquistar suas terras. Ameaçados e em desespero pelas sucessivas derrotas, os 6 reis se uniram, e seus exércitos fragilizados ergueram-se como um só, surgia A Grande Republica. Para manter sua influencia os reis iniciaram a formação de um parlamento, criando a maior republica parlamentarista da região, com um exercito poderoso, iniciaram uma politica expansionista, tomando terras, recursos e aniquilando povos que se opunham a essa expansão. 
        Sua bandeira possui 6 estrelas, uma lembrança dos 6 antigos reinos, e um globo ao centro, simbolizando seu desejo de dominação, a escrita Et Pluribus unum (Entre todos um), representa a união que deu origem aquela grande nação.

         

          Após a Blitzkrieg A grande republica cedeu a federação das planícies metade dos territórios que eram objeto do combate, encerrando a guerra, mas retirando da grande republica parte de sua produção alimentar, obrigando-a a importar alimentos para alimentar a sua população, colocando em risco a segurança nutricional da nação.

Mercantis

O deserto da pedra é uma região inóspita, onde poucos nômades vagavam de oásis em oásis, uma região inexplorada e inabitada, esquecida por todas as nações circundantes, um grupo nômade no entanto percebeu as vantagens daquela região para ocultar certas atividades, surgia a primeira milícia nômade, que aproveitava-se das instabilidades regionais, e quando guerras eclodiam, lucravam fortunas com seus mercenários, aproveitando-se do lucro das guerras esse grupo adquiriu terras em alguns países e iniciou o plantio e processamento de drogas, disfarçando-as na forma de medicamentos e plantações, aproveitando-se da livre circulação nessas regiões, fomentou o trafico de armas. Ocultados pelo disfarce de mercadores, surgia o grupo Mercantis.

  Sua bandeira apresenta as armas, os soldados e as drogas, suas 3 vias de financiamento, a escritas Necessitas Caret Lege (A necessidade não enxerga a lei) busca justificar suas atividades ilícitas.

          Após a BlitzKrieg os MERCANTIS conseguiram formar sua própria nação, no entanto, como exigência para o reconhecido da sua soberania, tiveram que abandonar o tráfico de armas e drogas, como forma de se reinventar economicamente, utilizaram as drogas e seu conhecimento em armamento para o desenvolvimento de armas química e biologia.

          Nascida do coletivismo obrigatório, é o resultado da soma de republicas que foram subjugadas por revoluções populistas, resultando na escravização da sua população para a manutenção de um grande exercito expansionista, que visa espalhar sua ideologia para o mundo inteiro, almejando o desenvolvimento de um grande estado vermelho, onde, após os sacrifícios necessários pela causa, reinará a igualdade para todos, a Pátria Grande.

             Sua bandeira apresenta o punho erguido em sinal de luta pelos ideias coletivistas, enquanto a foice e o martelo representam a classe dos trabalhadores que atuariam como classe realizadora da revolução. As escritas que representam a base fundadora da nação fora retirada, pois a revolução deve destruir tudo que existe para recriar um mundo perfeito e idealizado.

Pátria Grande

Yom Kippur

            Essa é uma nação de forte cunho religioso, apesar disso, é um estado laico, com liberdade religiosa e política, o alto padrão ético e moral permitem a essa republica um desenvolvimento duradouro, com planos de estado e de governo bem estabelecidos e executados independente das sucessões.

             Estando localizada em uma região de solo árido e pouco fértil, desenvolveu a melhor tecnologia agrícola do mundo, criando o que ficaria conhecido como ''vale de deus'', uma grande área de cultivo no meio do deserto, essa tecnologia despertou grande interesse da federação das planícies, uma vez que essa tecnologia expandiria a produtividade das suas terras férteis, o que rendeu a essas nações fortes laços comerciais.

              Sua bandeira apresenta o menorá, um candelabro de 7 velas, simbolo da fé dessa nação e a estrela de 6 pontas, simbolo de seu fundador, a escrita magister dixit (o mestre falou) faz referencia a autoridade divina que guia a nação.

Federação das planícies

Antigas comunidades agrícolas prosperavam em um ambiente onde os alimentos dominavam o comércio, com solos férteis e culturas abundantes, não demorou para que outros cobiçassem suas terras. Frente a ataques constantes, os senhores das planícies, como eram conhecidos os lideres de cada comunidade agrícola, uniram-se, formando a Federação das Planícies, com vastos recursos provenientes do agronegócio, rapidamente criaram um exercito para proteger suas terras, a criação tardia da federação, causou-lhes perdas de vastos territórios agricultáveis e a aniquilação de comunidades inteiras.

  Sua bandeira apresenta o trigo com a espada, representando a origem dos recursos que financiaram a criação de um forte exercito defensivo, a escrita Vigilo Confido (Sempre vigilante) é um aviso aqueles que tentarem novamente invadir seu território.

          Após a BlitzKrieg, a federação das planícies conseguiu de volta metade dos territórios desejados, regiões que afirmava veemente ser parte do seu estado por direito, o desejo de consegui o espaço restante continua forte no sentimento da nação, mas o custo cobrado pela BlitzKrieg torna difícil uma nova empreitada militar para recuperar o restante do territorio que outrora lhes pertencera.

        

Al Kubra

          A teocracia Al Kubra, uma referencia a Kubrain o profeta, é uma nação regida por uma autoridade religiosa, cujas ordens representam a vontade de deus na terra, apresentam as maiores reservas de petróleo da região, apesar dessa aparente riqueza, é um país subdesenvolvido, pois a autoridade teocrático controla os poços de petróleo, não fazendo os investimentos necessários ao desenvolvimento da nação. A devoção fanática da sua população facilita o controle, pois acabam atribuindo a pobreza a uma provação imposta por deus. Esse mesmo fator transforma-os em soldados ferozes, pois não temem a morte. São inimigos jurados da nação Yom Kippur, por considera-los infieis adoradores de falsos deuses.

             Sua bandeira apresenta as espadas, que são uma referencia a escrita Malãhim (lutas sangrentas) que faz alusão a profecia da grande guerra onde todos os infiéis serão eliminados do planeta pela teocracia Al Kubra. A estrela representa a noite da profecia.

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